Publicidade

quinta-feira, 1 de março de 2012

Entrevista com o vereador e pré-candidato a Prefeitura de SP Netinho de Paula (PCdoB)



Em entrevista ao CBN/SP hoje (01/03), o vereador e pré-candidato Netinho de Paula do PCdoB não fugiu de sua linha de atuação nos últimos anos. Sempre procurando desqualificar quem o crítica, no meu caso fui chamado de polêmico, parcial e caluniador. 

Como integrante da Rede Adote um Vereador -ideia esta que não foi bem aceita por ele- procuro manter distância no sentido de evitar que meu trabalho acabe virando um negócio entre compadres, assim tenho mais liberdade para críticas. Críticas essas que nem sempre foram bem aceitas pelo vereador, jamais levei pelo lado pessoal e sempre procurei  manter a imparcialidade em minhas críticas. Como todos sabem, o próprio vereador é uma verdadeira fonte de inspiração, anda sempre envolvido em escândalos e com certeza não sou eu quem os promove.

Apenas a título de esclarecimento aos leitores menos atentos do blog, acredito que alguém deve ler, vamos aos fatos:

1 - Um vereador pode apresentar mil projetos, é uma maneira que eles usam para mostrar serviço, na minha humilde opinião os que contam são apenas aqueles aprovados e sancionados pelo Prefeito -viraram leis-. Acesse aqui a relação com todos os projetos de autoria do vereador, inclusive aqueles que ele cita na entrevista e veja que ainda tramitam na Câmara Municipal.

2 - As informações da compra de horário na TV, são do Portal Yahoo e da coluna Outro Canal -da Folha.com- (15/02) assinado por Keila Jimenes. Leia clicando aqui.

Como tenho dito em várias oportunidades, uma candidatura se constrói com propostas sérias e reais e não com popularidade, caso contrário a Luiza do Canadá estaria eleita.

Acompanhe toda a história do mandato do vereador, clicando aqui!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Prefeitura agora proíbe homens-placa

Última 'resistência' à lei urbanística, plaqueiros são símbolo do centro
O Estado de S.Paulo
Os homens-placa estão proibidos em São Paulo. O último recurso publicitário que ainda resistia à Lei Cidade Limpa, usado por comerciantes do centro e no anúncio de empreendimentos imobiliários, foi vetado em definitivo pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) da Prefeitura. A decisão foi publicada ontem no Diário Oficial da Cidade.
Com a proibição, no início de 2007, de letreiros, faixas e outdoors no comércio paulistano, os "plaqueiros" começaram a ser contratados por todo tipo de empresa, do recrutamento profissional às imobiliárias. A maior parte homens e mulheres sexagenários, eles se espalharam pela região central nos últimos anos, em ruas como a 7 de Abril, a Conselheiro Crispiniano, a Barão de Itapetininga e a 24 de Maio.
"Homem-placa não pode, está proibido. É propaganda externa que gera poluição visual, e a Lei Cidade Limpa não permite", argumentou Regina Monteiro, arquiteta da Prefeitura responsável por analisar as exceções à legislação que veta a publicidade nas ruas da capital paulista.
Na prática, porém, o governo lembra que uma lei de 2006 já proibia qualquer afixação de cartaz nas ruas. A regra mais antiga surgiu durante as eleições municipais daquele ano, quando partidos começaram a espalhar "plaqueiros" com fotos e números de candidatos por toda a cidade.
Comissão. Os "plaqueiros" recebem em média R$ 40 para ficar oito horas com a placa pendurada sobre o corpo em ruas do centro. "Não é uma publicidade barata. Eu gasto R$ 120 por dia com meus 'plaqueiros', e ainda dou comissão se ele consegue arrastar o cliente até a loja", contou Jaime Ferraz de Souza, de 34 anos, que trabalha em uma loja que vende alianças ao lado da Praça da Sé.
Quem adotou a divulgação das placas como profissão lamenta a decisão da Prefeitura. Ramon Gonçalves, de 33 anos, por exemplo, trabalha há 4 como homem-placa no centro.
"Sou solteiro, dependo desse trabalho para sobreviver. Consigo tirar uns R$ 600 por mês. Tenho muito amigo que é pai de família que também vai ficar desempregado", lamentou. / D.Z. e R.B.

Fonte: ESTADÃO.COM.BR

sábado, 18 de fevereiro de 2012

No Anhembi, Kassab é cortejado por vereadores e PMs

Prefeito não evitou falar de eleições e declarou que abandona 'o sonho da candidatura própria do PSD'
Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo
Cortejado por séquito de vereadores e de coroneis da reserva da PM lotados na Prefeitura, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) chegou ao sambódromo do Anhembi duas horas antes do início dos desfiles, por volta das 21h20. Kassab não evitou falar de eleições e declarou que abandona "o sonho da candidatura própria do PSD" caso o ex-governador José Serra (PSDB) decida sair candidato na disputa do pleito municipal de 1º de outubro.
Kassab chegou ao Anhembi duas horas antes do início dos desfiles - Daniel Teixeira/AE
Daniel Teixeira/AE
Kassab chegou ao Anhembi duas horas antes do início dos desfiles
O prefeito, porém, negou ter afirmado à direção do PT que Serra decidiu sair candidato. "O que eu já venho dizendo há mais de um ano é que, se o Serra for candidato, eu vou apoiar ele. O PT sabe disse já há muito tempo. Mas eu não conversei com ele sobre isso, não existe nenhuma decisão", argumentou o prefeito, que estava ao lado do presidente da Câmara, José Police Neto (PSD), e do comandante-geral da PM, coronel Álvaro Camilo.
Kassab falou do sonho em viabilizar o vice-governador Afif Domingues (PSD) como candidato, mas admitiu abrir mão de ter um cabeça-de-chapa de sua sigla se Serra manifestasse desejo em concorrer à Prefeitura. Mas ele voltou a dizer que mantém negociações abertas com o PT do pré-candidato Fernando Haddad. "Talvez o Haddad passe ainda hoje pelo camarote", afirmou o prefeito, que passa o sábado de Carnaval em Recife. "É só para brincar na folia mesmo, não vamos lá falar de política", desconversou o prefeito.
Pelo camarote da Prefeitura também já passaram os deputados federais Tiririca (PR), Arnaldo Faria de Sá (PTB), Roberto Freire (PPS) e Fábio Faria (PMN). Todos foram cumprimentar Kassab em um camarote vip montado para imprensa e convidados.
Continência. Entre os políticos chamava atenção as dezenas de policiais militares que hoje são subprefeitos ou ocupam cargos estratégicos na administração - a Prefeitura tem 81 coronéis da reserva em seus quadros, dos quais 30 são subprefeitos. "Coronel, temos mais oficiais na reserva da Prefeitura do que a própria PM", brincou Kassab com o comandante-geral da PM, que rasgou elogios para a Operação-Delegada criada por Kassab em 2009 - o bico oficial de até R$ 1.800 mensais que o governo muncipal paga para policiais nos dias de folga trabalharem no combate ao comércio informal.
Os grupos de oficiais da PM se espalhavam pelo camarote da Prefeitura, com cumprimentos de continência entre si. O comandante da PM elogiou Kassab e disse que a Opereação-Delegada, que deve ser uma das futuras bandeiras políticas do prefeito em 2014, quando deve tentar uma vaga ao governo do Estado, será estendida para outros 17 municípios paulistas. "Cidades de outros estados também estão interessadas em manter o mesmo modelo de policiamento. Com a Operação-Delegada reduzimos em 80% a morte de policiais no horário de folga, quando eles estavam fazendo bico", defendeu o coronel.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

STF decide que Lei da Ficha Limpa será aplicada na eleição deste ano

Após quase dois anos em suspenso, nova norma foi reconhecida como constitucional e passará a valer a partir deste ano; período de inelegibilidade virou foco de discussão entre ministros
Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Depois de quase dois anos e 11 sessões de julgamento, a Lei da Ficha Limpa foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e será aplicada integralmente já nas eleições deste ano. Pela decisão do tribunal, a lei de iniciativa popular que contou com o apoio de 1,5 milhão de pessoas, atingirá, inclusive, atos e crimes praticados no passado, antes da sanção da norma pelo Congresso, em 2010.
"Que culpa temos nós se o Congresso demorou 16 anos para editar a lei?", questionou Marco Aurélio - Dida Sampaio/AE
Dida Sampaio/AE
"Que culpa temos nós se o Congresso demorou 16 anos para editar a lei?", questionou Marco Aurélio
A partir das eleições deste ano, não poderão se candidatar políticos condenados por órgãos judiciais colegiados por uma série de crimes, como lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e contra o patrimônio público, por improbidade administrativa, por corrupção eleitoral ou compra de voto, mesmo que ainda possam recorrer da condenação a instâncias superiores.
Também estarão impedidos de disputar as eleições aqueles que renunciaram aos seus mandatos para fugir de processos de cassação por quebra de decoro parlamentar, como fizeram, por exemplo, Joaquim Roriz, Paulo Rocha (PT-PA), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Waldemar Costa Neto (PR-SP).
A lei barrará também a candidatura de detentores de cargos na administração pública condenados por órgão colegiado por terem abusado do poder político ou econômico para se beneficiar ou beneficiar outras pessoas. Não poderão também se candidatar aqueles que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos e funções públicas rejeitadas por irregularidades que configurem ato doloso de improbidade.
Pelo texto da lei aprovado pelo Congresso e mantido pelo STF, aqueles que forem condenados por órgãos colegiados da Justiça, como um tribunal de Justiça, permanecem inelegíveis a partir dessa condenação até oito anos depois do cumprimento da pena. Esse prazo, conforme os ministros, pode superar em vários anos o que está previsto na lei.
Um político condenado em segunda instância, como um tribunal de Justiça, fica inelegível até o julgamento do último recurso possível. Geralmente, o processo termina apenas quando julgado o último recurso contra a condenação no STF. E isso pode demorar anos. Depois da condenação em última instância, ele começa a cumprir a pena que lhe foi imposta, período em que permanece inelegível. E quanto terminar de cumprir a pena, ele ainda estará proibido de se candidatar por mais oito anos.
"Uma pessoa que desfila pela passarela quase inteira do Código Penal, ou da Lei de Improbidade Administrativa, pode se apresentar como candidato?", indagou o ministro Carlos Ayres Britto. Ele explicou que a palavra candidato significa depurado, limpo. O ministro disse que a Constituição Federal tinha de ser dura no combate à improbidade porque o Brasil não tem uma história boa nesse campo. "A nossa tradição é péssima em matéria de respeito ao erário", disse. "Essa lei é fruto do cansaço, da saturação do povo com os maus tratos infligidos à coisa pública."

Fonte: ESTADÃO.COM.BR

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Kassab é apresentado como representante da “base aliada” e recebe vaias no aniversário do PT

O prefeito de São Paulo e fundador do PSD, Gilberto Kassab, foi vaiado ao ser apresentado como representante da “base aliada” durante a festa de aniversário de 32 anos do PT, em Brasília. As autoridades e lideranças petistas aplaudiram, mas parte do público presente vaiou o prefeito, ex-integrante do DEM.



Leia a matéria completa no ESTADÃO.COM.BR

Postagens populares