Dois dos principais jornais de São Paulo circularam nesta quarta-feira com manchetes e reportagens muito parecidas. Leiam:
“Kassab não cumpriu metade do que prometeu” - Folha de São Paulo
José Serra (PSDB) fez 161 promessas na eleição de 2004. Está documentado em seu programa de governo. Elegeu-se prefeito. Gilberto Kassab (DEM) conclui hoje o mandato herdado após a renúncia do tucano em 2006 para ser candidato a governador do Estado.
Após um ano e três meses de Serra e dois anos e nove meses de Kassab, 87 promessas não foram cumpridas - 54,04% do total. Só 28 (17,4%) foram integralmente cumpridas outras 46 (28,57%), parcialmente. (Leia mais AQUI)
“Kassab deixa obras de R$ 5bi sem concluir” - Estadão
Após quase três anos á frente da gestão iniciada em 2005 por José Serra (PSDB), o prefeito Gilberto Kassab (DEM), de 48 anos, assume amanhã a Prefeitura de São Paulo com o desafio de apresentar à sociedade um político além da Lei Cidade Limpa. Mas terá de cumprir primeiramente um passivo: as obras prometidas por sua gestão e inacabadas totalizam mais de R$ 5 bilhões. Esse déficit está 70% concentrado em transportes, habitação e revitalização do centro. (Leia mais AQUI)
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ao se reeleger perdeu o direito a “lua de mel”, período de aproximadamente 100 dias que o eleitor e os jornalistas concedem à autoridade pública para que mostrem sua capacidade de gerenciar. Perdeu também o discurso da “herança maldita”, comum quando o poder troca de partido. Ainda neste fim de semana, Kassab usou o argumento para justificar os problemas não resolvidos das enchentes em São Paulo, em entrevista à Folha. A partir de amanhã, o passado que costuma pautar o presente já é de autoria de Kassab. E, portanto, não basta mais reclamar, se queixar, lamentar o descaso com a cidade. Será preciso governar, concluir as obras inacabadas, cumprir as promessas de campanha. Ou arrumar uma outra desculpa.
Transcrito do Blog Mílton Jung
O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto).
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