O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto).
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
'Tenho que a convicção de eu sou essa ponte' entre os governos estadual e federal, diz Gabriel Chalita
Em entrevista, candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo critica rixa entre PT e PSDB e antecipa a meta de zerar o déficit de vagas em creches como carro-chefe de seu programa de governo para a educação.
terça-feira, 27 de março de 2012
'Pretendo unir estas duas cidades, a rica e poderosa e a profundamente pobre'
Entrevista com Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo
O pré-candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo entrou jovem na política e fez da educação uma de suas principais bandeiras. Gabriel Chalita participou nesta terça-feira da série de entrevistas do CBN São Paulo. Ele tem 42 anos, é professor, advogado, filósofo e escritor. Aos 19 anos se elegeu vereador em sua cidade natal, Cachoeira Paulista. Foi vereador também na capital. Como secretário estadual da educação lançou o programa Escola da Família, que abre as escolas aos fins de semana para a comunidade, e hoje é deputado federal. Apesar de seu partido ter duas secretarias no governo municipal, Chalita disse a Fabiola Cidral se sentir confortável para criticar a administração de Gilberto Kassab.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Gilberto Kassab anuncia saída do DEM para o PMDB
Prefeito de São Paulo quer levar 70 prefeitos com ele para formar nova força política no estado
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), avisou a aliados que definiu sua ida para o PMDB e deu início às negociações para ampliar a participação da sigla no governo e formar uma frente ampla de deputados e prefeitos no Estado.
A movimentação de Kassab criará uma terceira força política em São Paulo, com potencial de romper a polarização entre PT e PSDB, surgida no ocaso do malufismo nas eleições majoritárias. Em conversas na última semana com aliados, o prefeito disse que vai aguardar a eleição do novo comando do DEM, em março, para anunciar a sua saída.
Kassab articula a ida dos 70 prefeitos paulistas do DEM para o PMDB, que governa 68 cidades. Criaria, assim, a segunda maior força partidária no Estado, ameaçando a hegemonia dos tucanos, que governam São Paulo desde 1995 e têm mais de 200 prefeituras. O “novo” PMDB paulista teria o dobro do tamanho do PTB e PT, que têm 63 e 65 prefeitos, respectivamente.
Entre os cotados para migrar para o PMDB com Kassab estão o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT), que iniciou negociações ainda com Quércia, e a prefeita de Ribeirão Preto, Darcy Veras (DEM). O prefeito também ampliará a participação do PMDB no governo. A legenda, que hoje tem a vice-prefeitura e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, com Alda Marco Antônio, pode ocupar mais duas pastas.
Apontado como candidato ao Palácio dos Bandeirantes em 2014, Kassab fechou, na semana passada, com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) os detalhes sobre a mudança para o PMDB paulista, esvaziado após a morte de Orestes Quércia. Sinalizou para a cúpula tucana que marchará com o PSDB. A movimentação é feita com o aval dos serristas, mas desperta desconfiança de aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
A movimentação de Kassab criará uma terceira força política em São Paulo, com potencial de romper a polarização entre PT e PSDB, surgida no ocaso do malufismo nas eleições majoritárias. Em conversas na última semana com aliados, o prefeito disse que vai aguardar a eleição do novo comando do DEM, em março, para anunciar a sua saída.
Kassab articula a ida dos 70 prefeitos paulistas do DEM para o PMDB, que governa 68 cidades. Criaria, assim, a segunda maior força partidária no Estado, ameaçando a hegemonia dos tucanos, que governam São Paulo desde 1995 e têm mais de 200 prefeituras. O “novo” PMDB paulista teria o dobro do tamanho do PTB e PT, que têm 63 e 65 prefeitos, respectivamente.
Entre os cotados para migrar para o PMDB com Kassab estão o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT), que iniciou negociações ainda com Quércia, e a prefeita de Ribeirão Preto, Darcy Veras (DEM). O prefeito também ampliará a participação do PMDB no governo. A legenda, que hoje tem a vice-prefeitura e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, com Alda Marco Antônio, pode ocupar mais duas pastas.
Apontado como candidato ao Palácio dos Bandeirantes em 2014, Kassab fechou, na semana passada, com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) os detalhes sobre a mudança para o PMDB paulista, esvaziado após a morte de Orestes Quércia. Sinalizou para a cúpula tucana que marchará com o PSDB. A movimentação é feita com o aval dos serristas, mas desperta desconfiança de aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
(Com Agência Estado)
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