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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Adolescente comparece a Delegacia de Arapoti - PR para devolver livro

 

A situação vivida pelo Sr.Elias Pascoal Nunes, em Arapoti, hoje teve um fim, ele e seus dois filhos, Guilherme de 17 anos e Gustavo de 12 anos, atendendo a uma intimação, compareceram a Delegacia da Polícia Civil de Arapoti no horário previsto, para devolver o livro "Asterix -- A foice de ouro".

Veja a matéria em Arapoti Noticias

segunda-feira, 18 de março de 2013

Promessas da gestão Haddad já somam R$ 13,9 bi em 77 dias

GIBA BERGAMIN JR.
DE SÃO PAULO

Desde que assumiu a prefeitura, há 77 dias, o prefeito Fernando Haddad (PT) e seus secretários anunciaram 13 medidas que custarão ao menos R$ 13,9 bilhões para ser colocadas em prática.

As medidas anunciadas incluem promessas de campanha e novos projetos.

As promessas englobam a construção de unidades hospitalares, incentivos financeiros a empresários que construírem creches, o Bilhete Único Mensal, entre outras.

Por dia, são cerca de R$ 180 milhões em promessas desde 1º de janeiro. Para arcar com os custos, além do dinheiro do caixa do município, a prefeitura pretende recorrer a verba dos governos estadual, federal (em ao menos 5 iniciativas) e de empresas, por meio de parcerias público-privadas.

Como comparação, os R$ 13,9 bilhões equivalem a um terço do orçamento da cidade. O valor total é três vezes e meia maior do que o gasto nas obras da 1º fase da linha 4-amarela do Metrô (R$ 3,8 bilhões).

Os anúncios se dão num momento em que não há folga nas finanças paulistanas.

Em janeiro, para tentar equilibrar as contas, Haddad determinou o congelamento de R$ 5,2 bilhões do orçamento deste ano, ou 12% da receita prevista.

Não foi suficiente: há três semanas, o prefeito determinou que seus secretários cortassem 20% de todas as despesas, revendo contratos.

Boa parte das metas é difícil de ser cumprida num único mandato, dizem especialistas ouvidos pela Folha. O quadro ao lado mostra o promessômetro, que aponta a viabilidade dos projetos.

CAMPANHA

Nessa conta, devem-se incluir investimentos para a construção do espaço que pode abrigar a Expo 2020, em Pirituba. São cerca de R$ 4,5 bilhões para desapropriação do terreno e construção do centro de convenções.

O governo federal já anunciou que dará R$ 680 milhões, e a construção também terá parceria com empresas.

Logo no início do mandato, Haddad optou por implementar iniciativas que foram a base de sua campanha: além de criar o Bilhete Único Mensal, acabar com a taxa da inspeção veicular e construir corredores de ônibus, cuja licitação foi feita no mandato anterior.

Com as chuvas de janeiro, Haddad deu fim à lua de mel com Gilberto Kassab (PSD) e criticou a gestão do ex-prefeito, dizendo que os semáforos estavam sucateados. Após a crítica, anunciou R$ 100 milhões para renovar o sistema nos 6.156 cruzamentos semaforizados da cidade.

NADA FÁCIL

Para tentar dar fim à fila de 94 mil crianças à espera de creche, Haddad prevê buscar ajuda de empresários para que eles construam unidades para filhos de funcionários.

Por meio do Fundeb (Fundo Nacional de Educação Básica), seriam oferecidos R$ 5.500 por aluno ao ano como incentivo para a construção.

Sem valores previstos para investimentos, essa deve ser uma das promessas mais difíceis de cumprir.

"É uma responsabilidade enorme para as empresas assumir a gestão de uma instituição de educação. As empresas podem não aceitar esse tipo de iniciativa", diz Ilona Becskeházy, consultora na área de gestão educacional.
Colaboraram ANDRÉ MONTEIRO, EVANDRO SPINELLI, FÁBIO TAKAHASHI e TALITA BEDINELLI
Arte Folha

Publicado na Folha de S.Paulo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O que você pediria ao próximo prefeito?

Por Milton Jung


Muito rica de propostas, a edição da revista Época São Paulo chegou às bancas neste fim de semana com o perfil de 13 dos possíveis candidatos à prefeitura da capital e 50 sugestões para quem pretende governar esta cidade com cerca de 11,2 milhões de moradores e R$ 38,7 bilhões no Orçamento. Além disso, é possível identificar as prioridades de parcela da população a partir do resultado de pesquisa encomendada ao instituto Conectaí (braço on-line do Ibope) que contou com a participação de 254 entrevistados.

Na opinião dos paulistanos, a maior encrenca a ser resolvida pelo prefeito eleito é o transporte (40,4% indicaram este tema como o principal), o que não chega a surpreender depois que assistimos a greves em metrô e trem, há duas semanas, e congestionamento que quase bateu na casa dos 300 quilômetros, como na sexta-feira. Não tenho o detalhamento da pesquisa, mas penso que esta demanda está mais próxima da classe média e de quem ainda consegue resolver as questões de educação e saúde por conta própria. Digo isso, porque partidos políticos, em estudos de opinião pública, têm encontrado a área de saúde como a mais crítica – da mesma forma que o Ibope levantou em pesquisa encomendada pela Rede Nossa São Paulo, no início do ano. Na revista, após transporte, apareceram educação (18,4%) e saúde (14,2%).

Para personalidades e leitores, a revista fez a seguinte pergunta: “se você pudesse ter um encontro de 5 minutos com o próximo prefeito, o que pediria a ele?”. Falou-se de pedágio urbano, corredor de ônibus nas marginais, calçadas mais largas, fim do Minhocão, transformação de cemitério em área de lazer, menos cargos de confiança, mais e melhores bibliotecas, entre tantas outras ideias. Vou destacar duas que me chamaram atenção e deixo as demais para você ler na banca.

A primeira, proposta por Maria Alice Setubal, do Instituto Democracia e Sustentabilidade, que prega a extensão da jornada diária do ensino fundamental para sete horas em todas as escolas municipais. Apenas os alunos de 45 CEUs – Centros Educacionais Unificados têm esta oportunidades, em 94% das demais unidades da rede, a jornada é de cinco horas, e 6% submetem parte de seus alunos ao turno da fome, os obrigado a estudar das 11 da manhã às três da tarde. “Numa cidade voltada à educação, as escolas devem estar abertas aos estudantes pelo maior tempo possível”, disse Maria Alice à revista. Candidato que se preze tem de assumir já este compromisso e dar uma solução antes do primeiro ano de gestão.

A segunda ideia que gostei é do psicanalista Antonio Lancetti que propõe a criação de sala de uso seguro para dependentes de crack. Fiquei feliz em ler esta sugestão pois vai ao encontro do que escrevi recentemente na coluna Adote São Paulo que assino na Época São Paulo (leia aqui). Diz Lancetti que “para a iniciativa dar certo, as salas precisam funcionar 24 horas por dia e estar vinculadas a consultórios de rua e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)”. Importante alerta para quem acreditou que a Policia Militar resolveria o problema que assistimos na Cracolândia, região central. Aliás, não sei se você teve oportunidade de ler reportagem no Estadão de domingo que antecipou resultado de estudo encomendado pela Secretaria de Assistência Social no qual 72% dos moradores de rua disseram que a operação policial não mudou em nada a vida deles, enquanto 17% que piorou. O que apenas comprova que as soluções para o crack não são fáceis nem simplistas, assim como não o são para a mobilidade urbana, para o ensino, para a saúde, para a cidade toda. Por isso, senhores candidatos, muita inteligência e criatividade serão necessárias.

N.B: Na edição de junho da Época São Paulo aproveitei para escrever sobre como escolher um vereador na próxima eleição. Mas sobre isso, falo com você mais para o fim da semana. Se tiver uma chance, compre a revista, leia e comente.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Falta de infraestrutura nas escolas públicas estaduais prejudica alunos

Secretário de Educação diz que está sendo feito um diagnóstico da rede.
Pais voluntários fazem limpeza e merenda em colégio da Zona Sul.





Leia a matéria completa no Portal G1/SP

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