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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novos relógios com propaganda serão instalados em maio em SP

EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

São Paulo não tem mais relógios de rua. Todos os 296 que existiam até o fim do ano passado foram retirados.

Em alguns locais, como na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), há placas com a informação de que os novos já estão em instalação.
Mas não é bem assim.

Somente em maio a JCDecaux --multinacional francesa que venceu a licitação da prefeitura para cuidar dos relógios-- vai começar a instalar os novos equipamentos.

De acordo com a empresa, os mil novos relógios de rua serão instalados até dezembro. Além da hora e da temperatura, como acontecia com os antigos, os equipamentos vão mostrar a qualidade do ar e informações de trânsito.

Editoria de Arte/Folhapress

Também terão propaganda. É a volta da publicidade às ruas de São Paulo.

Ainda não está decidido em quais locais os relógios serão instalados. A JCDecaux já escolheu os locais onde pretende colocar os equipamentos, mas o plano precisa ser aprovado pela prefeitura.

A empresa aguarda a aprovação para apresentar ao mercado publicitário seu plano de mídia.

As avenidas que mais interessam ao mercado publicitário --Paulista, Faria Lima e Juscelino Kubitschek, por exemplo-- devem ter um relógio a cada 200 metros. É a distância mínima exigida.

Danilo Verpa/Folhapress
Aviso de instalação de relógios na avenida Paulista, no centro de São Paulo
Aviso de instalação de relógios na avenida Paulista, no centro de São Paulo

Os relógios foram projetados pelo arquiteto Carlos Bratke. Em alguns locais, como parques, terão design diferente, com projeto de Ruy Ohtake.

A cidade também vai ganhar 7.000 abrigos em pontos de ônibus. O primeiro foi instalado no fim do ano passado na praça Ramos de Azevedo. Os demais só devem começar a chegar às ruas em março.

O consórcio Pra SP --liderado pela Odebrecht-- é o responsável pelos abrigos, que também terão propaganda.

A empresa informou que a prioridade será trocar os abrigos do centro expandido, que estão mais deteriorados.

Haverá quatro modelos de abrigos, que terão, além da propaganda, dados sobre de trajeto e horário das linhas que passam pelo local.

Matéria publicada originalmente no Jornal Folha de S.Paulo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cai portaria que manda subprefeito de São Paulo andar 5 km


EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

Nos últimos dois anos, os subprefeitos tinham uma missão diária: percorrer, com suas equipes, cinco quilômetros de ruas em suas áreas, anotar problemas, como árvore caída e boca de lobo entupida, e mandar resolvê-los.

Era norma oficial, com portaria publicada no "Diário Oficial" da cidade e tudo.

Para comprovar o cumprimento da regra, eles tinham de publicar no site da subprefeitura relatórios semanais sobre as ruas percorridas, os problemas encontrados e as soluções adotadas.

"Essa rigidez da norma fixa e burocrática lembra a disciplina militar", diz Fernando Azevedo, cientista político ligado à UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Não é à toa: na maior parte dos últimos dois anos, 30 dos 31 subprefeitos paulistanos eram coronéis aposentados da Polícia Militar.

Reprodução



Uma das primeiras medidas de Fernando Haddad (PT) na prefeitura foi exonerar os militares. Ontem, foi-se embora o último resquício deles: subprefeitos não precisam mais percorrer os cinco quilômetros diários.

Portaria do secretário das Subprefeituras, Chico Macena, revogou o ato. Segundo a prefeitura, não há necessidade de regulamentar atividades de vistoria porque isso já faz parte da atribuições do subprefeito. E eles continuam obrigados a fazer vistorias e dar publicidade a isso.

Azevedo diz que a revogação da portaria não acarreta prejuízo à cidade, mas é preciso acompanhar as subprefeituras para saber se os problemas serão resolvidos. Para ele, a promessa de Haddad de dar mais autonomia às subprefeituras é positiva.

Matéria publicada originalmente na Folha de S.Paulo

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Kassab diz dar nota 10 para gestão em balanço de ações

Apesar disso, ele não deve entregar corredores prometidos até o fim do ano. Creches também ainda apresentam déficit de vagas.

Juliana CardilliDo G1 SP

Kassab anunciou balanço de sua gestão (Foto: Juliana Cardilli/G1)Kassab anunciou balanço de sua gestão (Foto:
Juliana Cardilli/G1)
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse nesta quinta-feira (5) ao apresentar o balanço de suas realizações à frente da administração municipal que dá nota 10 para sua gestão, mesmo com mais de metade de suas metas estabelecidas não terem sido concluídas. Kassab destacou em uma apresentação diversos programas criados na cidade, mas admitiu que algumas promessas, como a construção de mais hospitais e de corredores de ônibus, podem só ser concluídas no próximo ano.
“Eu sempre digo que a nota é 10”, disse ao ser questionado sobre a nota de sua gestão. “É 10 pela determinação, pela seriedade, pela eficiência. É 10 pela equipe, que tem uma notável disposição para responder as demandas da cidade”. Em seguida, o prefeito foi questionado sobre o valor da humildade. “A humildade é muito importante, para que possa ser entendida a cidade como uma cidade que ainda tem muitos problemas, que ainda, evidentemente, precisa de alguns anos para que todos os problemas sejam solucionados.”
A apresentação foi feita na véspera do início da campanha eleitoral em São Paulo – segundo o prefeito, para que os candidatos já tenham uma noção do que foi feito e que as realizações sirvam de incentivo. Kassab, entretanto, admitiu que é preciso eleger prioridades. “Precisa haver uma dose de humildade para apresentar problemas que ainda não foram solucionados. É uma cidade muito complexa, com orçamento apertado. É preciso ter a correta priorização dos problemas mais importantes.”
Apesar disso, o prefeito não deixou claro quais projetos não serão realizados – apenas citou algumas realizações que gostaria de ter feito, mas não teve oportunidade. “Deixará de ser feito aquilo que não foi priorizado. O nosso sucessor vai ter condições de começar a preparar a escola integral. Antes, não se podia falar em escola integral. Isso deixou de ser feito, e é evidente que é uma necessidade da sociedade de hoje”, afirmou.
Creches e transporte
Em relação às vagas nas creches o prefeito admitiu que elas são um dos maiores problemas da questão, mas disse que houve um avanço significativo. “Felizmente avançamos bastante, mais de 146 mil vagas foram criadas, e é evidente que o nosso sucessor precisa manter esse ritmo de crescimento”. Segundo o prefeito, o avanço também se deu com a publicação na internet da fila por vagas atualizada. Questionado sobre a meta da Prefeitura para o fim do ano, ele desconversou. “Oscila muito [a fila], no início do ano o número é muito alto, depois ao longo do ano ele vai baixando, é um número que altera significativamente ao longo do ano.”
Outro problema crônico da cidade de São Paulo, o transporte público, deve ter metas não completadas até o fim do ano. É o caso dos corredores de ônibus, que Kassab prometeu construir mais 70 km, mas só devem ficar prontos depois que ele sair da Prefeitura. “Como corredores, nós vamos deixar como legado a construção de 70 km de corredores, com isolamento, com ultrapassagem nos pontos de parada. Esses estarão sendo construídos, muito possivelmente ao longo do ano que vem ficarão prontos.”
Em relação à saúde, o prefeito destacou a construção de três hospitais, mas foi questionado em relação aos outros três prometidos. Segundo ele, a Prefeitura trabalha para entregar mais três ainda nesta gestão, mas pode ser que eles só sejam inaugurados no próximo ano.
Polêmicas
Kassab disse não se considerar um prefeito polêmico, apesar de diversas medidas que causaram comoção na cidade, e da fama de criar proibições. “Um gestor não pode fugir das questões ousadas, como a Lei Cidade Limpa. O prefeito precisa propor e proibir. Precisa propor programas e proibir o que não é correto, o que é ilegal, agilizar a fiscalização, e evidentemente também contribuir com propostas que melhorem.”
Em um vídeo de cerca de uma hora, a Prefeitura apresentou para a imprensa, secretários, subsecretários e outros convidados um resumo das realizações que são consideradas as principais da gestão. Foi dado destaque à implantação dos Ambulatórios Médicos Assistenciais (AMAs), principalmente os que funcionam 24 horas e por especialidades, a lei Cidade Limpa, o investimento em combustíveis menos poluidores para a frota de ônibus e a inclusão social e dos deficientes.


Fonte: Portal G1/SP

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Chuva forte provoca alagamentos em vários pontos de São Paulo


No meio do dia, a capital entrou em estado de atenção. Em Taboão da Serra, um carro caiu num córrego e o motorista foi resgatado. Muitos moradores ficaram ilhados.

Leia a matéria completa no Portal G1/Jornal Nacional

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Assembleia: 30% cogitam candidatura a prefeito


FABIO SERAPIÃO
A rotina de cerca de 30% dos deputados da Assembleia Legislativa deve ser tumultuada em 2012. Isso porque, além de se ocuparem com as sessões e comissões, ao menos 28 parlamentares poderão dividir o mandato com comícios, carreatas e discursos durante a campanha para as eleições municipais de outubro.
O JT chegou ao número de possíveis candidatos após conversar com lideranças dos partidos da Casa, assessores e quadros partidários responsáveis pela arquitetura das alianças e possíveis candidaturas para o pleito municipal.
Típicos do ano eleitoral, os compromissos fora da Assembleia – em busca dos eleitores de suas bases políticas –não impedirão que os deputados coloquem no bolso, todo final de mês, o salário de R$ 20 mil e uma verba indenizatória que pode chegar a R$ 21,8 mil.
Entre especulações e vontades individuais, a bancada do PT é a que mais pode ter deputado candidato em 2012. Pelo menos sete dos 24 petistas cogitam concorrer a prefeito. Dos nomes citados como pré-candidatos, Telma de Souza tentará, pela segunda vez, ocupar o cargo executivo em Santos, enquanto Antônio Mentor, Carlos Grana, João Paulo Rillo, Gerson Bittercourt, Luiz Moura e Hamilton Pereira vão buscar o inédito cargo de prefeito em suas cidades (veja ao lado).
Burburinhos de lado, certeza somente em relação ao nome do atual líder da Minoria, que aguarda uma revanche em Rio Preto – Rillo perdeu no segundo turno em 2008 -, e de Hamilton Pereira, candidato em Sorocaba no distante ano de 1992 e que agora pretende acabar com a hegemonia tucana no município. “Meu nome está à disposição do partido”, declara Pereira.
PSDB
Reticentes com antecipações que possam criar um “clima”ruim com seus “superiores”, os tucanos seguem a ordem de arrastar para o início de 2012 a decisão sobre candidaturas. Porém, nos bastidores, os nomes de pelo menos quatro deputados são citados como pré-candidatos para 2012 .
Dentre eles, João Caramez, em Itapevi, e Welson Gasparini, em Ribeirão Preto, já colocaram seus nomes à disposição do partido. “O governador pediu para eu me colocar como nome possível e estou pronto para enfrentar mais esse desafio”, explica o postulante à prefeitura de Itapevi.
DEM, PV e PPS
Em busca do executivo municipal em Franca, Gilson de Souza (DEM) aposta na experiência de já ter ser sido vereador. Por sua vez, Edmir Chedid será o nome novo na disputa em Bragança Paulista. Do outro lado, os democratas já experientes Gil Arantes e Estevam Galvão pretendem voltar ao executivo, na ordem, de Barueri e Suzano.
Entre os verdes, certeza apenas é o nome do Padre Afonso Lobato na disputa em Taubaté. Único nome em Campinas, Feliciano Filho joga a decisão para o partido e Dilmo dos Santos, em Piracicaba, ainda está na lista dos “possíveis” nomes. Alex Manente, embora negue, é o nome do PPS em São Bernardo do Campo e Luiz Carlos Gondim deve representar a sigla em Mogi das Cruzes.
Demais
Embora não assumam, Marcos Neves (PSC), Carlos Gianazzi(PSOL), Vinicius Camarinha (PSB), Ed Thomas, Roque Barbiere e Vanessa Damo (PMDB) devem representar seus partidos nas eleições. Outro que não assume é Pedro Bigardi (PCdoB), que, pela 5° vez, deve concorrer em Jundiaí. Em Ribeirão Preto, mesmo contra a vontade seu partido, o pedetista Rafael Silva já colocou seu nome à disposição.
Disputa entre aliados
Não bastasse as disputas no plenário e nos bastidores do Palácio 9 de Julho, alguns deputados da Alesp poderão se enfrentar em suas bases eleitorais durante as eleições municipais de 2012.
Previsões das lideranças e caciques partidários apontam possíveis “encontros” em Ribeirão Preto (Welson Gasparini x Rafael Silva), São Bernardo do Campo (Orlando Morando x Alex Manente) e Campinas (Feliciano Filho x Gerson Bittencourt).
No caso de São Bernardo, a disputa pela prefeitura pode colocar em lados opostos dois deputados que, hoje, ocupam a base governista na Alesp – Morando pelo PSDB e Manente pelo PPS. Embora os dois prefiram empurrar a decisão para o início do próximo ano, o embate entre os “aliados” é tido como certo.
Em Campinas, o verde Feliciano Filho poderá, em sua segunda disputa na cidade, enfrentar Gerson Bittencourt. “Existe uma grande possibilidade de eu representar o partido”, afirma Feliciano. Já o petista, antes de firmar qualquer compromisso, terá que colocar na balança o fato de ser ex-secretário do atual prefeito Dr.Hélio – imerso em uma crise política sem precedentes na cidade e podendo ser cassado por uma Comissão Processante. Além disso, Bittencourt terá que se livrar das acusações de suposto caixa dois em sua campanha a deputado.
Ribeirão Preto
Lá, caso decida mesmo pela candidatura, Gasparini (PSDB) poderá enfrentar o “companheiro” Rafael Silva (PDT). Vontade de tentar pela segunda vez é o que não falta a Silva, mas seu partido parece não estar contente com seu quadro e pretende apoiar o Democratas, da atual prefeita Darcy Vera. “Se eu me colocar como candidato o partido manda vir gente pra cá denegrir meu nome, como fizeram na última eleição”, afirma um decepcionado Silva, que diz ter sido alvo de uma campanha difamatória – orquestrada pelo próprio PDT – no pleito de 2008.
Por sua vez, Welson Gasparini prefere aguardar. “Vou indicar o deputado federal Duarte Nogueira. Caso ele não queira, eu sou candidato”, afirma ele, ao se mostrar contente com supostas pesquisas que o colocam como favorito para o pleito.


Do Jornal da Tarde

terça-feira, 31 de maio de 2011

Kassab diz que há tempo para cumprir metas em São Paulo



O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou nesta quinta-feira (26) em entrevista à TV Folha que ainda há tempo para que sua administração tente concluir seu plano de metas para a cidade até o final do próximo ano.

Da Folha.com

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